Durante muitos anos, o trade marketing no Brasil foi tratado como uma extensão tática do comercial. A verba fluía, as ativações aconteciam, o PDV recebia exposição — mas existia pouca ciência por trás da decisão de onde, quando e por que investir.
Esse modelo começou a mudar nos últimos anos.
A digitalização do varejo — somada ao acesso cada vez maior a informações de venda — transformou o trade de um “apoio operacional” em um pilar estratégico para rentabilidade.
Hoje, a discussão já não é apenas qual ação executar — mas quais ações realmente geram retorno financeiro mensurável.
A indústria começa a exigir visibilidade
Fabricantes passaram a pressionar o canal por três pontos essenciais:
- conexão direta com dados reais de sell-out
- previsibilidade — onde cada real investido tem uma lógica clara
- comprovação de execução — não mais relatórios subjetivos
o PDV continua sendo o palco — mas a tomada de decisão agora acontece antes da ativação, e não depois.
e cresce o entendimento de que o gap de informação entre quem fabrica e quem vende final impacta diretamente margem, ruptura e market share.
O varejo, por sua vez, está deixando o improviso
supermercados — principalmente regionais e independentes — entenderam que não existe escala sem processo.
isso gerou um movimento relevante:
menos excel, mais plataforma.
menos troca avulsa, mais governança.
menos reação, mais planejamento.
não é “fazer trade” — é gerenciar um P&L.
o que muda daqui em diante
não é exagero dizer que estamos entrando em uma nova era do trade marketing brasileiro.
agora, a indústria não quer apenas uma ação bonita.
ela quer:
– contraste antes vs depois
– consumo incremental
– impacto em mix e margem
– vendas por canal / cluster / praça
– comprovação visual da execução
e o varejo ganha quando oferece esse nível de profissionalização.
é uma relação ganha-ganha — e não um cabo de guerra.
o papel das plataformas nesse contexto
a consequência natural desse novo cenário é a necessidade de sistemas que:
– centralizem relacionamento
– organizem budget
– conectem dados
– eliminem ruído
– e deem velocidade sem perder controle
não é mais a tecnologia como apoio.
é a tecnologia como base operacional do trade.
E nesse ponto, a Meu Cliente faz parte desse movimento: nossa plataforma centraliza planejamento, execução, comprovação e dados de venda — para que indústria e varejo tomem decisão com precisão, não com percepção.
o futuro do trade não é mais “quem fala mais alto”.
o futuro é quem mede melhor.



